Elementos do Parque
Nos diversos Parques, presentes nos cinco continentes, pode-se encontrar estes elementos em comum.
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O Portal
Marca o limite entre a externalidade do mundo e a interioridade do ser humano, buscando produzir uma mudança no estado interno de cada um que entra neste lugar. O portal é inspirado nos arcos toril dos santuários shinto. Se elevam indicando uma possibilidade; convidam a superar um limite, a atravessar o umbral para adentar em outros espaços e tempos mentais.
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O Monolito
Inclui-se entre as formas que desde a antiguidade foram chamadas “eixos do mundo” por conectarem o céu e a terra. Nos Parques de Estudo e Reflexão o monolito de aço inoxidável fixa as coordenadas espaço-temporais em que esse parque foi criado.
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A Sala
Nossas Salas são abertas, vazias e sem ícones, imagens ou símbolos. Um lugar disponível para ser “preenchido” pelas pessoas. Externamente, se procura elevar os olhos para cima sem interrupções. Interiormente, é um espaço semi-esférico vazio, no qual as pessoas ficam de forma circular e concêntrica, todos no mesmo nível. A forma esférica da sala leva a sentir-se incluído nela e experimentar uma conexão profunda com si mesmo.
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A Fonte
As fontes dos parques se inspiram nas formas do yoni-lingam da Índia, que representa a união sexual feminina e masculina. O Tantra vê no yoni-lingam a representação suprema do que há de Deus em nós, a energia criativa que se manifesta no pensamento e na capacidade de criar vida.
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A Estela
Nas distintas latitudes e momentos históricos, as estelas testemunharam acontecimentos históricos significativos para a época em que foram construídas. Assim, encontramos, por exemplo, as estelas mesopotâmicas, egípcias, sumérias ou maias. Nos Parques de Estudo e Reflexão as estelas habitualmente contém os nomes, gravados em aço inoxidável, das pessoas que contribuíram para a construção do Parque.
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A Oficina
Equipada para as práticas dos Ofícios: conservação e produção do fogo, práticas com matérias frios e trabalhos com barro cozido, cerâmica, metais e em um futuro próximo com vidro.
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O Centro de Estudos
É o centro de gravidade dos Mestres da Escola que velam pelo desenvolvimento dos parques. São lugares de inspiração, onde se encontram as melhores condições para aprofundar na investigação e meditação.
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O Centro de Trabalho
É o lugar para reflexão pessoal ou para o intercâmbio em grupos, longe do ruído cotidiano. Uma pessoa ou um grupo pode vir por um ou vários dias para estudar e se inspirar. Os humanistas e mensageiros organizam seus encontros nesse espaço, onde se realizam eventos, seminários, retiros e intercâmbios.